Fadiga da Pandemia – “Quando é que isto acaba?”

Imagem animada que ilustra quatro homens, com uma peça de puzzle cada um, e que tentam encaixar as quatro peças para que o puzzle fique completo

A pandemia do COVID-19 exigiu de todos nós uma grande capacidade de adaptação, alterando por completo o nosso dia-a-dia. A crise provocada pelo coronavírus já dura há quase um ano e ainda não nos é possível prever o seu fim.

O ano 2021 inicia-se com um novo confinamento, que coloca em causa a nossa capacidade de resiliência. Desta vez, estamos mais cansados e fartos desta situação, após tantos meses a viver com limitações, sacrifícios e incertezas. Chama-se a isto a “fadiga da pandemia”, que se refere a um sentimento de sobrecarga, associado à constante hipervigilância e a restrições e alterações a que somos sujeitos na nossa vida.

No entanto, não sendo novidade este confinamento, podemos usar isso a nosso favor: o que correu bem e devemos manter? O que não correu tão bem e devemos alterar? Devemos questionar isto para nós, individualmente, em termos de mudanças pessoais e emocionais, mantendo-nos ocupados, reforçando as relações com os outros (online), partilhando e expressando emoções e acreditando na capacidade para lidar com esta situação. Assim, é altura de deixar o cansaço de lado e redobrar os esforços no combate ao vírus. O nosso comportamento é crucial para nos protegermos a nós e aos outros e ganharmos este desafio.

Portanto, COMPROMETA-SE, ACEITE, PERSISTA E NÃO DESISTA!!!

É urgente mudar comportamentos e hábitos diários, como usar a máscara, lavar as mãos e manter o distanciamento físico. Devemos repetir estes comportamentos até se tornarem um hábito e deixarem de ser um esforço para cada um de nós.

A situação de pandemia ainda está para durar e exige que ajustemos o nosso comportamento àquilo que é a nossa realidade dos dias de hoje. É mais fácil se aceitarmos e percebermos o que podemos fazer para nos adaptarmos de forma mais ajustada.

Continuamos a ser parte da solução para este desafio, por isso compete a cada um de nós continuar a dar o nosso contributo.

Mara Rezende, Psicóloga da A2000

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