Visita à Resinorte – Bigorne

Formandos do curso

Nós, clientes do Curso 14 – Auxiliar de Serviços Gerais II de Armamar, no âmbito da UFCD Cidadania e Empregabilidade, visitámos as instalações da Resinorte em Bigorne.

Esta visita teve como objetivos identificar os diferentes tipos de resíduos existentes, nomear as vantagens e desvantagens da reciclagem, descrever o conceito de reciclagem e reconhecer o tratamento dos materiais recicláveis.

A Dra. Bruna Teixeira, que nos recebeu, começou por falar da história da Resinorte e da sua área de atuação, referindo que a mesma foi constituída em 2009 e atua em Alijó, Amarante, Armamar, Baião, Boticas, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Chaves, Cinfães, Fafe, Guimarães, Lamego, Marco de Canavezes, Mesão Frio, Moimenta da Beira, Mondim de Basto, Montalegre, Murça, Penedono, Peso da Régua, Resende, Ribeira de Pena, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião, Santo Tirso, São João da Pesqueira, Sernancelhe, Tabuaço, Tarouca, Trofa, Valpaços, Vila Nova de Famalicão, Vila Pouca de Aguiar, Vila Real e Vizela.

Relativamente ao funcionamento da Resinorte, a Dra. Bruna explicou que numa primeira fase as viaturas de recolha chegam à zona de receção e são pesadas numa balança, e quando saem são novamente pesadas, sendo assim possível verificar a quantidade de resíduos transportados. 

Posteriormente seguimos, então, para a unidade de triagem onde existe uma cabine com um tapete rolante onde vários colaboradores especializados vão separando manualmente os vários tipos de lixos. Os que não são recicláveis continuam no tapete e vão para um contentor. Os reciclados são separados e cada tipo de resíduo vai para um contentor específico. Ainda na cabine, existe um íman que retém os metais ferrosos, como por exemplo o ferro, não seguindo para a reciclagem. De salientar que todos os colaboradores utilizam os equipamentos de proteção individual e antes de saírem do local de trabalho tomam banho nas instalações da Resinorte.

Passada esta fase e depois de todos os materiais separados, estes são prensados e enfardados para ocuparem menos espaço.

Visualizámos de seguida material que não é possível ser reciclado, como por exemplo televisões, frigoríficos, entre outros, mas que estavam embalados e que depois irão para empresas transformadoras específicas. Quando temos algum desse material que já não funciona, devemos colocá-lo perto dos caixotes do lixo para depois fazerem a recolha (normalmente feita pelo Município).

Por fim a Dra. Bruna explicou que os resíduos sólidos produzidos pelo ser humano são depositados no aterro sanitário. Referiu também que na zona basal do aterro sanitário existe uma barreira para que os líquidos libertados não se infiltrem no subsolo. Aliás, explicou-nos que esses líquidos são tratados e tornam-se água própria para consumo. Informou-nos também que o cheiro um pouco desagradável que advém do aterro sanitário é transformado em energia elétrica que por vezes ilumina a cidade de Lamego.

Para terminar a visita, mostraram-nos os novos ecopontos que têm vindo a ser colocados em todas as Freguesias e Concelhos, inclusive em Armamar. 

Através desta visita a Dra. Bruna alertou-nos para a importância da prática da reciclagem, avisando-nos para alguns materiais e objetos que não podem ser reciclados. 

Curso 14 – Auxiliar de Serviços Gerais II 

(Armamar) 

CURIOSIDADES

– Não é necessário lavar as embalagens antes de as colocar nos ecopontos.

– Através do plástico das garrafas é possível fazer roupa que utilizámos no dia-a-dia.

– Por dia, cada um de nós, em média, produz cerca de 1,3 Kg de resíduos.  

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